A moeda digital venezuelana Petro, lastreada em petróleo, será estimulada a ser usada como unidade de medida para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo

De acordo com o jornal local Telesur, o ministro do petróleo e o presidente da estatal que domina a exploração e refinaria de petróleo e gás, PDVSA, Manuel Quevedo, disseram que as transações com Petro iniciarão no primeiro semestre de 2019.

No twitter da empresa, Quevedo chegou a dizer que Petro é o futuro da economia venezuelana, e que crescimento e prosperidade econômica são iguais a Petro. De acordo com uma matéria de abril do site CCN, Daniel Peña, o Secretário Executivo do Observatório de Blockchain Venezuelano, disse ao jornal Cuatro F que espera que a criptomoeda (Petro) irá impactar positivamente a economia dentro de 3 a 6 meses.

Quevedo, na
Superintendencia Nacional de criptoativos e atividades relacionadas (SUNACRIP),
uma organização criada para regular atividades relacionadas a criptoativos,
disse:

“Nós usaremos
Petro na OPEP como uma moeda solida e confiável para transacionar nosso “óleo cru”
(crude) no mundo… Nós queremos crecimento e prosperidade econômica para nosso
país dando a mão para o futuro, considerando que Petro é uma moeda lastreada em
recursos minerais.”

A criptomoeda foi colocada a venda em 31 de Outubro, sendo restrita a compra somente a residentes da Venezuela. Nos sites de venda, a verificação é feita via passaporte.  Os compradores devem pagar em bitcoins.

Apesar do esforço do governo, Petro é considerada uma moeda controversa pela oposição do governo, assim como organizações internacionais. O mercado de criptoativos também tem receios quanto a ela.

Enquanto isso, Venezuelanos estão utilizando criptomoedas para sobreviver aos erros do governo. A ponto de o volume transacionado de bitcoin estar em uma máxima histórica. Enquanto o país enfrenta uma inflação histórica.



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